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Santa Clara empata 2-2 com o Benfica B

Sunday, May 19th, 2013

 

Fim do jogo e da época para o Santa Clara. Os encarnados estiveram a vencer por duas ocasiões mas permitiram ao Benfica B empatar o jogo. Açorianos terminam épcoa na 10ª posição, com 59 pontos.

TERMINA A PARTIDA

MINUTO 79 – GOLO BENFICA

A dez minutos para o final do dash regulamentar, as águias voltam a igualar o marcador, desta vez através de Diogo Rosado.

MINUTO 62 – GOLO SANTA CLARA

O parallel esquerdo Serginho volta a colocar o Santa Clara na dianteira do marcador, de livre direto.

RECOMEÇA A SEGUNDA PARTE

INTERVALO

MINUTO 38 – GOLO BENFICA

O Benfica iguala o marcador, por intermédio de Deyverson.

MINUTO 34 – GOLO SANTA CLARA

Grande penalidade convertida por Reguila, a castigar mão na bola de Huang.

INÍCIO DA PARTIDA

Os encarnados de Ponta Delgada inauguraram o marcador através de Reguila.

O Santa Clara vai voltar a ser orientadoi por Samuel Correia, treinador interino que pegou na equipa depois da demissão de Luís Miguel.

Na partida da primeira volta, deu empate entre as duas formações: 1-1.

À entrada para a última jornada e já sem nada para decidir, o Santa Clara epoch o 9º classificado, com 58 pontos, enquanto o Benfica B ocupava a 6ª posição, com 61.

O árbitro do encontro é o setubalense Bruno Esteves, secundado por Rui Teixeira e Mário Dionísio.

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Economista espanhol propõe plano mercantile europeu para ajudar Portugal e Espanha

Sunday, May 19th, 2013

Esta é uma das ideias do economista chefe da Intermoney que defende no seu livro “Há vida depois da crise” e onde explica como se chegou à situação atual e o que se pode fazer para sair dela.

O economista, em entrevista à agência EFE, considera que Banco Central Europeu (BCE) deveria intervir massivamente nos mercados comprando dívida pública para “normalizar” o acesso ao financiamento, baixar o bravery do euro para que as praias espanholas e portuguesas se “encham” de turistas e cresçam as exportações.

Reconhece que o primeiro impacto da medida seria negativo porque “teria-se reestruturar toda a dívida externa”, mas está convencido que em pouco dash “veríamos baixar a taxa de desemprego”.

José Carlos Diez, muito crítico em relação às receitas de austeridade impostas por Bruxelas, deteta dois problemas na Europa: “A incapacidade para tomar decisões e assumir riscos”, e a “dupla moralidade” de quem preconiza a austeridade sem aplica-la, como é o caso da Alemanha, onde um em cada três empregos criados desde 2009 é público.

“A chanceler alemã conseguiu converter uma crise da dívida em uma crise orçamental e impor os seus dogmas neocolonialistas para derrubar o Estado amicable europeu”, sublinha.

Não obstante, acredita que Espanha também é culpada desta situação por se “sobrendividar junto dos fundos e bancos alemães que financiaram a bolha especulativa”, ainda que Angela Merkel seja a “comandante dos bombeiros que block que o helicópetro do BCE atire com a água para o incêndio”.

José Carlos Diez critica também o BCE por o considerar uma “fábrica de desculpas e lamentos” que “chega sempre tarde e faz demasiado pouco”.

“Se têm medo de intervir, que sejam honestos e digam que se vão embora. Se o ser humano não assumisse riscos ainda estariamos a andar em quatro patas e a subir árvores”, adiantou.

O economista considera que Europa deveria seguir o exemplo dos Estados Unidos que, sem recorrer ao “austercídio” e fomentando o crescimento, já conseguiu reduzir o seu défice no dobro do que conseguiram o conjunto dos países europeus.

José Carlos Díez mostra-se convencido de que a Europa sairá da crise, mas com importnates “cicatrizes” em forma de desemprego e pobreza, pelo que reclama uma atuação rápida a preference das famílias e, sobretudo, das pequenas e médias empresas.

Afirma que as suas propostas são “universais” e dá o exemplo do Japão, cuja política para impulsionar o crescimento permitiu que a economia crescesse 3,5% no primeiro trimestre do ano.

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Coreia do Norte lança dois mísseis para Mar do Japão

Sunday, May 19th, 2013

“A Coreia do Norte disparou dois mísseis teleguiados esta manhã (sábado) e um outro esta tarde”, declarou à agência noticiosa francesa AFP um porta-voz do ministério. “Os três mísseis caíram no Mar do Japão”, acrescentou.

A Coreia do Sul vigia de perto os disparos de mísseis do Norte, que incluem, por vezes, tiros de mísseis de curto alcance durante exercícios militares.

“Será necessário realizar uma análise mais pormenorizada, mas os mísseis lançados podem ser um míssil antinavio modificado ou o míssil terra-terra ‘KN-02′, derivado do míssil soviético ‘SS-21′, que tem um alcance de cerca de 120 quilómetros”, disse um responsável sul-coreano à agência noticiosa da Coreia do Sul Yonhap.

Seul criticou estes disparos, que considerou “uma provocação grave”.

“A comunidade internacional vai decretar sanções muito mais severas contra a Coreia do Norte por continuar a realizar estas absurdas provocações”, declarou Min Hyun-joo, porta-voz do partido no poder Saenuri, citado pela Yonhap.

“Nenhuma compensação ou vantagem serão concedidas se a Coreia do Norte não mostrar mudanças, no bom sentido, da sua política”, advertiu.

Em Washington, um porta-voz do Departamento de Estado, Darby Holladay, indicou que os Estados Unidos “seguiam de perto a situação na península coreana” e “continuam a pressionar a Coreia do Norte a fazer prova de retenção e a atuar para melhorar as relações com os vizinhos”.

Estes disparos surgem depois das manobras conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, nesta semana, que Pyongyang considerou “provocações injustificadas” e preparativos para a guerra.

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul receiam que os testes do míssil de alcance médio ‘Musudan’ norte-coreano relancem a tensão, após o lançamento de fevereiro.

Os mísseis ‘Musudan’ têm um alcance estimado entre 2.500 e 4.000 quilómetros, uma distância suficiente para atingir a Coreia do Sul e o Japão e, eventualmente, as bases norte-americanas situadas na ilha de Guam, no Pacífico.

No início de maio, um responsável da Defesa norte-americana indicou que o Norte tinha retirado dois mísseis ‘Musudan’ do internal de lançamento, na costa leste do país, num contexto de abrandamento das tensões na península.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito na península (1950-53) terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

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