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Trata-se de um investimento autárquico que, segundo o Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, vem colmatar a falta de um espaço deste género na freguesia da Ribeira Chã e que, mais uma vez, comprova a política estratégica levada a cabo pelo município lagoense que tem como principal prioridade servir as pessoas e colmatar as suas necessidades.
Para a Ribeira Chã, João Ponte, já frisou, na ocasião, da celebração do 47º aniversário da elevação a freguesia, existem outras necessidades que é necessário suprir para garantir a sua sustentabilidade. O autarca apontou, assim, algumas situações que a autarquia gostaria de resolver, até ao final do presente mandato.
Uma das prioridades assenta na necessidade de se disponibilizar lotes para a construção de habitação, com perspective à fixação de casais jovens nesta freguesia, uma vez que, nos últimos anos se tem verificado uma perda significativa desta camada populacional, para outras freguesias vizinhas. Nos últimos 4 anos, pese embora todas as insistências efetuadas por parte das autoridades locais junto do Governo Regional, ainda não foi possível disponibilizar, nesta freguesia, nenhum lote. O edil deposita por isso, neste novo governo, uma grande esperança para que este problema seja resolvido, o mais brevemente possível.
Para o efeito já foi identificado um local, fora da zona de risco, para que alguns jovens casais possam aqui construir as suas habitações e assim suprir uma necessidade emergente nesta freguesia.
Na verdade, se nada for feito, daqui a 20 anos a Ribeira Chã corre o risco de desertificação.
No âmbito do desporto, salientou que a autarquia vai avançar, já este verão, com a requalificação do Polidesportivo da Ribeira Chã, através da colocação de um piso sintético, dotando-o assim de melhores condições e, em breve, iremos inaugurar a Capela de Cristo, Ressurreição e Vida, um investimento, cujo objetivo é servir as pessoas e atenuar uma carência desta comunidade. Em breve, irá igualmente requalificar a estrada de acesso ao Cemitério, bem como proceder à reparação do adro da igreja paroquial.
Relativamente à situação da Rua de São José, salientou que, recentemente, foi possível chegar a um acordo com os moradores, que consiste em deslocalizar as moradias para um internal seguro.
Assim sendo, o Município irá avançar com os procedimentos necessários, com perspective a que, num prazo razoável, seja possível o Governo Regional financiar os custos desta intervenção, de carácter urgente para a segurança das pessoas.